Filipe Magalhães

30 Junho 2010

Filed under: Caixa de Pandora — Filipe Magalhães @ 10:35

Claro que está visto que viemos embora do Mundial.

Claro que está visto que a Selecção portuguesa não é Cristiano Ronaldo. Nunca o fui, há-de sê-lo agora? Vamos a acordar… ninguém fala do excelso trabalho de alguns dos outros jogadores. É sempre o CR que é posto nas palminhas.
Perdemos, viemos embora. E, se calhar, foi melhor assim. Por causa dos egos e dos “narizes”.
Anúncios

29 Junho 2010

Filed under: Caixa de Pandora — Filipe Magalhães @ 20:00
O Cristiano Ronaldo foi o ÚNICO a não cantar o HINO NACIONAL, no jogo Portugal-Espanha, certo?

27 Junho 2010

Filed under: Caixa de Pandora — Filipe Magalhães @ 19:08

Arrumações do Quarto: Terminadas

Agora sim, estou de férias… He he he 🙂

26 Junho 2010

Filed under: Caixa de Pandora — Filipe Magalhães @ 17:21
Afinal, para 2010-2011 não vamos mega-agrupar. Ficamos “independentes”, na nossa escola não-agrupada e, para o futuro, vê-se.

Testemunho de uma Jornalista, sobre a (Des)Educação em Portugal

Filed under: Caixa de Pandora — Filipe Magalhães @ 17:19

Eu, pecadora, me confesso

Pergunto-me muitas vezes como é que é possível um professor não ter o controlo da sala de aula. Como é que é possível? Se fosse eu… A minha experiência com crianças e na qualidade de “professora” é diminuta e feita em circunstâncias muito especiais, de maneira que me parece que se eu consigo, qualquer pessoa consegue!

Muito enganada. Há dias lia sobre uma professora de uma determinada escola de Lisboa que desistiu de dar aulas quando um aluno se dirigiu a ela e espetou um murro com imensa força contra o quadro, mesmo ao lado da sua cabeça. Nem de propósito, nesse mesmo dia passei à porta dessa escola e vivi uma situação que me recordou a docente, a diferença é que os murros foram dados no meu carro e eu estava dentro dele.

Os miúdos vinham descontraidamente no meio da estrada, com dois passeios vazios, de um lado e do outro e eles calmamente, vagarosamente, e eu, de frente para eles, cautelosa não fosse atropelar algum porque nenhum se desviava. Com o desafio nos olhos e a boca num meio sorriso lá vinham eles na minha direcção e eu já com o carro completamente parado, à espera que passassem de uma vez. Eram uma dezena, todos rapazes, alguns pequenotes, mas a maioria enormes.

Eis que, quando passam começam a bater no capot e nos vidros, imediatamente apito-lhes e começo a andar, com cautela para não os atropelar, mas o meu cérebro envia-me mensagens diferentes: de um lado diz-me “calma, Bárbara, calma, eles são maiores do que tu mas são menores, não atropeles nenhum”; do outro a indignação verbalizada com uns “estúpidos, não têm educação, não merecem nada, não percebem nada, não se ajudam a si próprios e depois espantam-se quando tomamos a parte pelo todo e chamam-nos racistas e sentem-se vítimas da sociedade, idiotas”, ok, mentalmente também os mandei para uns sítios impróprios.

Mais à frente, um grupo de miúdas, com o mesmo desafio no rosto. Há uma que dança no meio da estrada, virada de costas para o carro, rodopiando e rindo, outra que espeta a perna em direcção ao veículo, desvio-me como posso, não lhes toco. “Anormais”, murmuro entre dentes, com as janelas fechadas e um calor de morrer.

E voltei a lembrar-me da professora daquela escola, dos professores que aturam estes miúdos diariamente. Dos que têm sorte ou jeito e conseguem estabelecer pontes com eles; dos que passam mais de metade da aula a tentar sentá-los e acalmá-los, dos que têm esperança de contribuir para a diferença, dos que já entregaram as armas e só querem que o dia acabe, dos que também se passam e agridem os alunos. Tento pôr-me no lugar destes professores, não consigo.

Em muitos destes casos, os professores perderam, a escola perdeu, a sociedade perdeu. Os miúdos são os que mais perderam mas não sabem, nem querem saber. O que fazer com eles?

Bárbara Wong, jornalista do Público in Revista do Sol, 14 de Maio de 2010.

24 Junho 2010

Filed under: Caixa de Pandora — Filipe Magalhães @ 21:25

Este feriado de S. João fez-me lembrar uma qualquer tarde de um tórrido Agosto.
Que chegue depressa Agosto, para rumar daqui para far far away.

23 Junho 2010

S. João

Filed under: Caixa de Pandora — Filipe Magalhães @ 18:59
Hoje é Noite de S. João, noite de comer sardinhas e lançar balões ao ar. Noite de diversão, convívio e, sobretudo, mais importante, de acrescentar uns kg extra à nossa pessoa. Certamente que estes extra-kg serão abatidos com muito exercício, ginástica and so on. Ou não, ainda tenho de pensar nisso.

Filed under: Clap-Clap — Filipe Magalhães @ 17:29

Uma forma, certamente eficaz, para combater a crise…

Filed under: Caixa de Pandora — Filipe Magalhães @ 14:55
Não fosse o diabo meter-se onde não é chamado e eu fazer asneiras na inspecção do meu veículo automóvel (nunca fui, não sei o que se faz por lá…) optámos (eu e o carro) por ficar em casa. Vamos amanhã. Ou não, mas esta semana tem de ser.

22 Junho 2010

Filed under: Caixa de Pandora — Filipe Magalhães @ 22:30
Amanhã é dia de levar o carro à inspecção. Só espero que ele se porte bem, caso contrário terei de o castigar.
Older Posts »

Create a free website or blog at WordPress.com.